O vereador Patrick da Guarda, de Vila Velha, afirmou que passou a receber ameaças de morte que, segundo seu relato, estariam relacionadas à atuação da Comissão de Segurança da Câmara Municipal. O vereador é presidente do colegiado e disse que as intimidações ocorreram após ações de fiscalização realizadas em diferentes pontos do município.
O relato foi apresentado durante uma sessão da Câmara Municipal realizada na segunda-feira (28), quando o vereador fez uma prestação de contas sobre as atividades desenvolvidas pela Comissão de Segurança. Durante sua fala, o parlamentar detalhou algumas das situações encontradas pela equipe e afirmou que as ações tiveram origem em reclamações e denúncias apresentadas por moradores e comerciantes.
De acordo com o vereador, entre os problemas apontados pela população estão denúncias de tráfico e consumo de drogas, furtos, invasões e ocupação de espaços públicos. As fiscalizações foram realizadas em locais considerados sensíveis e que, segundo as informações apresentadas pelo parlamentar, vinham sendo alvo de reclamações.
Comissão de Segurança realizou fiscalizações em Vila Velha
A Comissão de Segurança da Câmara de Vila Velha vem acompanhando diferentes situações relacionadas à segurança pública no município. Segundo o vereador Patrick da Guarda, a atuação do grupo ocorre a partir de demandas encaminhadas pela população.
Um dos locais mencionados pelo vereador foi a área localizada sob a Terceira Ponte. Conforme o relato apresentado durante a sessão, a comissão esteve no local depois de receber informações sobre consumo de drogas a céu aberto.
A região também teria sido alvo de reclamações relacionadas à utilização do espaço público. A presença de pessoas em situação de rua e usuários de drogas foi apontada como uma das questões acompanhadas durante a fiscalização.
Outro ponto visitado pela comissão fica próximo ao Pronto Atendimento da Glória, em uma área localizada abaixo da estrutura conhecida como Cipolati. Segundo o vereador, havia no local uma concentração de pessoas em situação de rua e usuários de entorpecentes.
A comissão também esteve em Coqueiral de Itaparica, nas proximidades de um supermercado. Ainda conforme as informações apresentadas pelo vereador, foram identificados acampamentos e recebidas denúncias relacionadas ao tráfico de drogas naquela região.
Ações foram motivadas por reclamações de moradores
Durante a prestação de contas, o vereador destacou que as fiscalizações não teriam ocorrido de forma aleatória. De acordo com o parlamentar, as equipes foram aos locais depois de receberem reclamações de moradores e comerciantes.
A participação da população é apontada pelo vereador como um dos principais mecanismos para identificar problemas relacionados à segurança em diferentes bairros. As denúncias podem ajudar o poder público a direcionar ações e encaminhar situações que necessitam da atuação das forças de segurança ou de outros órgãos municipais.
Segundo o parlamentar, algumas das situações encontradas durante as fiscalizações receberam encaminhamentos. O vereador afirmou ainda que o trabalho da comissão busca acompanhar os problemas identificados e cobrar providências dentro das atribuições do Legislativo municipal.
A atuação também envolve o acompanhamento de espaços públicos que, de acordo com as reclamações recebidas, estariam sendo utilizados para atividades relacionadas ao consumo ou comércio de drogas.
Vereador afirma que recebeu ameaças
O ponto de maior destaque da fala do vereador durante a sessão foi o relato de ameaças que teriam sido recebidas após as ações da Comissão de Segurança.
Patrick da Guarda afirmou que mensagens com ameaças chegaram ao seu telefone e também ao gabinete. Segundo o vereador, as intimidações estariam relacionadas à atuação desenvolvida pela comissão em áreas onde existem denúncias envolvendo criminalidade e tráfico de drogas.
O parlamentar afirmou que não pretende interromper o trabalho em razão das ameaças. Durante a sessão, o vereador reforçou que continuará acompanhando as demandas apresentadas pela população e participando das ações da comissão.
O relato foi feito pelo próprio parlamentar e apresentado durante a prestação de contas das atividades do colegiado. As ameaças mencionadas, portanto, são informações atribuídas ao vereador, que afirmou ter recebido as mensagens e comunicações intimidatórias.
Patrick também destacou sua experiência na área de segurança pública. Segundo ele, são 12 anos de atuação como guarda municipal, experiência que, conforme sua avaliação, contribui para o trabalho desenvolvido à frente da Comissão de Segurança da Câmara de Vila Velha.
Segurança pública é tema de debate em Vila Velha
A situação relatada pelo vereador ocorre em meio a discussões sobre segurança pública e utilização de espaços públicos em Vila Velha. O município faz parte da Região Metropolitana da Grande Vitória e possui diferentes áreas que recebem ações de fiscalização e acompanhamento dos órgãos públicos.
As denúncias relacionadas ao tráfico e ao consumo de drogas, furtos e ocupação de áreas públicas estão entre os temas que motivaram as ações mencionadas pelo vereador.
A Comissão de Segurança tem como objetivo acompanhar situações relacionadas ao setor e receber demandas apresentadas pela população. Para o vereador, a participação dos moradores e comerciantes é importante para identificar locais que precisam de atenção do poder público.
O trabalho do Legislativo, porém, não substitui a atuação das forças policiais responsáveis pela investigação e repressão de crimes. A partir das denúncias recebidas, vereadores podem realizar fiscalizações, buscar informações, cobrar providências e encaminhar situações aos órgãos competentes.
Ameaças ainda são relatadas pelo parlamentar
O caso das ameaças foi apresentado pelo vereador durante a sessão da Câmara como uma consequência das ações realizadas pela Comissão de Segurança. Segundo Patrick da Guarda, as mensagens chegaram depois que o colegiado passou a atuar em determinadas regiões de Vila Velha.
Até o momento, conforme o material utilizado para esta reportagem, não foram apresentados detalhes sobre uma eventual investigação policial específica que tenha confirmado a autoria das ameaças ou identificado os responsáveis pelas mensagens.
Por isso, a relação entre as ameaças e grupos criminosos permanece baseada no relato apresentado pelo vereador. A identificação dos autores e a eventual confirmação de envolvimento de facções dependem de investigação pelas autoridades competentes.
Mesmo diante da situação, o parlamentar declarou que pretende continuar participando das ações da Comissão de Segurança. O vereador também afirmou que o trabalho continuará voltado ao acompanhamento das reclamações apresentadas por moradores e comerciantes.
Comissão deve continuar acompanhando denúncias
A Comissão de Segurança da Câmara de Vila Velha deve seguir acompanhando pontos considerados críticos e recebendo novas reclamações da população. Segundo o vereador, as fiscalizações fazem parte de uma atuação voltada para identificar problemas e buscar encaminhamentos junto ao poder público.
As ações citadas pelo parlamentar incluem áreas próximas à Terceira Ponte, região do Pronto Atendimento da Glória e pontos de Coqueiral de Itaparica. Em todos os casos, as informações apresentadas durante a sessão foram relacionadas a denúncias recebidas anteriormente.
O caso também chama atenção para os riscos enfrentados por agentes públicos que participam de ações de fiscalização em áreas onde existem denúncias relacionadas à criminalidade. No caso de Patrick da Guarda, o vereador afirmou que as ameaças não serão suficientes para impedir sua atuação.
A situação deverá continuar sendo acompanhada conforme novos desdobramentos sejam apresentados pelas autoridades e pela própria Câmara Municipal de Vila Velha. Enquanto isso, o vereador mantém a posição de continuar participando das atividades da Comissão de Segurança e acompanhando as demandas encaminhadas pela população.
Para os moradores, a expectativa é que denúncias relacionadas à segurança pública recebam os devidos encaminhamentos dos órgãos responsáveis. Já o vereador afirma que pretende manter o trabalho de fiscalização e acompanhamento das áreas apontadas como problemáticas pela comunidade.








































